Aguinaldo Ribeiro será investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Caso se refere a supostos repasses indevidos de recursos pelo grupo Queiroz Galvão a congressistas, por intermédio do Diretório Nacional do PP


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu o pedido feito pelo então procurador-geral Rodrigo Janot para que fosse aberto novo inquérito para investigar parlamentares pelos delitos de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por supostos repasses indevidos de recursos pelo grupo Queiroz Galvão a congressistas, por intermédio do Diretório Nacional do PP, em diversas datas de 2010. Dentre os investigados, está o líder do Governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
 O inquérito recebeu o número 4631. Neste caso, serão investigados, além de Aguinaldo, Arthur Cesar Pereira de Lira, Ciro Nogueira Lima Filho, Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque e Silva, Francisco Oswaldo Neves Dornelles, Waldir Maranhão Cardoso, Simão Sessim, Roberto Egídio Balestra, Jerônimo Pizzolotto Goergen e Luiz Fernando Ramos Faria e Mario Silvio Mendes Negromonte Junior.
 Na mesma decisão, Fachin determinou o arquivamento dos autos com relação a investigados contra os quais não foram obtidas provas suficientes da prática do crime de associação criminosa. Neste mesmo inquérito, no último dia 4 de setembro, o então Janot ofereceu denúncia contra parlamentares do Partido Progressista (PP) quanto ao mesmo delito.
Da Redação
Créditos: WSCOM

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